As avaliações mais uma vez estão chegando, só que desta vez, teremos que fazer um trabalho em duplas. Criando recursos da mídia digital, o objetivo é criar um produto que seja inovador e útil.

Eu estava pesquisando inovações na área de biotecnologia para a G2, mas a idéia de uma aluna chamou mais minha atenção. Ela propôs explorar a área de roupas que utilizam tecnologia de ponta, especialmente, do tipo que ajuda os deficientes visuais. Nós então nos juntamos e começamos a pesquisar.

Não demorou muito para eu descobrir que eram poucas as vestimentas especiais para cegos. Uma das poucas que achei, incluia um gps que servia tanto para o cego se localizar quanto para família saber de seu paradeiro. Uma tecnologia interessante, mas não era exatamente o que estavamos procurando.

Fora isso, não encontrei muito mais coisa. Os cegos normalmente identificam suas roupas a partir de uma etiqueta ou um bordado em braile que indica a cor. Quando a pessoa já nasce cega, ela normalmente não altera as combinações de roupa e quando compra uma camisa e uma calça que combinam, nunca as separa. Outros ainda tem a assistência de familiares e amigos para poder sair combinando todas as peças de suas vestimentas, mas isso muitas vezes deixa o cego desconfortável com a sua situação.

Tivemos a idéia de fazer um armário que pudesse indicar ao deficiente por meio de estímulos auditivos (depois achamos melhor serem táteis) as roupas que poderiam combinar. A idéia era fazer com que cada cabide fosse específico para cada roupa. Desta forma, eles se comunicariam com a arara em que se penduram que iriam indicar a posição da roupa. Aqui estão alguns primeiros esboços do armário.

ImageImageOs sensores que serão usados ainda nos deixam um pouco em dúvida, mas encontramos duas possibilidades: os sensores de leitura ótica (códigos de barra) e os RFID’s que proporcionam a leitura de tags a distânciapor meio de ondas.

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